
Uma das principais áreas de preservação histórica do Brasil, Olinda acumula títulos pelo seu patrimônio arquitetônico e cultural.
Em 1980, tornou-se, por meio da Lei Federal de 26 de novembro, Cidade Monumento Nacional. Dois anos depois, foi o segundo município brasileiro a conseguir o titulo de Cidade Ecológica, por meio de Decreto Municipal, que estabeleceu, ainda, o coqueiro como sendo a árvore símbolo do município porque se diz que “os coqueiros morrem em pé” e, desta forma, a bravura dos olindenses estaria sendo homenageada.
Ainda em 1982, a Unesco determinou que Olinda é Cidade Patrimônio Natural e Cultural da Humanidade, título oficialmente recebido em março de 1983.
A cidade foi fundada em 1535, por Duarte Coelho Pereira, donatário da Capitania de Pernambuco, e logo passou a concentrar as famílias mais influentes do estado, que edificaram igrejas e casarios em estilo barroco colonial. Com a chegada dos holandeses em 1630, que preferiram estabelecer-se em Recife baixa, Olinda começou a perder importância na capitania.
Incendiada pelos flamengos em 1631, mesmo após a expulsão destes em 1654, Olinda continuaria a perder terreno para Recife.
A rivalidade entre as duas localidades culminou com a Guerra dos Mascates, em 1710.
Em 1676, o Bispado de Olinda foi criado e a vila elevada à categoria de cidade.
Em 1710, o sargento-mor Bernardo Vieira de Meio deu o primeiro grito de república do Brasil, no Senado da Câmara de Olinda, com o intuito de transformar Pernambuco numa república independente.A partir de 1980, Olinda viveu seu período de ressurgimento, com o estímulo à preservação e com a criação de meios que permitissem restaurar o seu próprio patrimônio.
Dos 42,3 quilômetros quadrados de área do município, 10,4 quilômetros pertencem ao Sítio Histórico, tombado pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Em 1980, tornou-se, por meio da Lei Federal de 26 de novembro, Cidade Monumento Nacional. Dois anos depois, foi o segundo município brasileiro a conseguir o titulo de Cidade Ecológica, por meio de Decreto Municipal, que estabeleceu, ainda, o coqueiro como sendo a árvore símbolo do município porque se diz que “os coqueiros morrem em pé” e, desta forma, a bravura dos olindenses estaria sendo homenageada.
Ainda em 1982, a Unesco determinou que Olinda é Cidade Patrimônio Natural e Cultural da Humanidade, título oficialmente recebido em março de 1983.
A cidade foi fundada em 1535, por Duarte Coelho Pereira, donatário da Capitania de Pernambuco, e logo passou a concentrar as famílias mais influentes do estado, que edificaram igrejas e casarios em estilo barroco colonial. Com a chegada dos holandeses em 1630, que preferiram estabelecer-se em Recife baixa, Olinda começou a perder importância na capitania.
Incendiada pelos flamengos em 1631, mesmo após a expulsão destes em 1654, Olinda continuaria a perder terreno para Recife.
A rivalidade entre as duas localidades culminou com a Guerra dos Mascates, em 1710.
Em 1676, o Bispado de Olinda foi criado e a vila elevada à categoria de cidade.
Em 1710, o sargento-mor Bernardo Vieira de Meio deu o primeiro grito de república do Brasil, no Senado da Câmara de Olinda, com o intuito de transformar Pernambuco numa república independente.A partir de 1980, Olinda viveu seu período de ressurgimento, com o estímulo à preservação e com a criação de meios que permitissem restaurar o seu próprio patrimônio.
Dos 42,3 quilômetros quadrados de área do município, 10,4 quilômetros pertencem ao Sítio Histórico, tombado pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
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